quinta-feira, 12 de setembro de 2013
A Graça barata – Dietrich Bonhoeffer
A graça barata é a inimiga mortal de nossa igreja. Lutamos hoje pela graça de grande valor. A graça barata é a pregação do perdão sem exigir arrependimento, batismo sem disciplina na igreja, comunhão sem confissão, absolvição sem confissão pessoal. A graça barata é graça sem discipulado, sem a cruz, sem Jesus Cristo, vivo e encarnado…
A graça de grande valor é o tesouro escondido no campo, pelo qual o homem vai alegremente e vende tudo o que tem. É a pérola de grande valor que, para comprá-la, o negociante vendeu tudo o que tinha [...].
Tal graça é custosa porque ela nos chama para seguir, e é graça porque nos chama pra seguir Jesus Cristo. É de grande valor porque custa ao homem sua vida e é graça porque dá ao homem a única vida verdadeira.
Dietrich Bonhoeffer( O preco do discipulado)
Ele foi um homem de Deus que viveu na Alemanha. Ele era destemido em sua pregação, o que acabou lhe custando a vida nas mãos dos nazistas. Antes do início da Segunda Guerra Mundial, ele escreveu estas palavras imortais em um livro que se tornou um clássico.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Os Homens Ocos - T.S.Eliot
Nós somos os homens ocosOs homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada
Fôrma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor;
Aqueles que atravessaram
De olhos retos, para o outro reino da morte
Nos recordam - se o fazem - não como violentas
Almas danadas, mas apenas
Como os homens ocos
Os homens empalhados.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 8 de março de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Hino Libertador - Félix de Bulhões
Já desponta no horizonte
A aurora da redenção
Lava, escravo, dessa fronte
O selo da escravidão.
Sim, ergue a fronte no ares,
Ressoa um hino festivo,
Filhos de Adão, somos pares,
Rompe-se o ferro cativo,
Lava, escravo, essa fronte
O selo da escravidão;
Já desponta no horizonte
A aurora da redenção.
O anjo da liberdade
Inunda o espaço de luz
E dos livres na igualdade
Seu brado imenso traduz.
Exulta, ó Cristo, tua glória
Amor e fraternidade,
Afinal se faz na história
Da frágil humanidade.
Sim, dos livres a igualdade
Seu grito imenso traduz
E o anjo da liberdade
Inunda o espaço de luz.
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